“Confraternizações”, por Fabiana Langaro Loos

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(Equipe de funcionários e colaboradores)

Durante esses 30 anos de jornalismo do Página3, passaram pela redação dezenas de funcionários e colaboradores, esse relato é de um deles.

Trinta anos e passou tão rápido. Participo do jornal Página 3 desde o ano de 2006 como colunista interina e, em 2007, eu passei a integrar oficialmente o time de colunistas. 

O meu sentimento pelo time do jornal sempre foi um sentimento familiar, de amor, não apenas como alguém que assume o comprometimento de escrever uma coluna semanal. Mesmo não vendo todos os integrantes de forma corriqueira e, agora mesmo, menos ainda, afinal, em época de pandemia a distância ficou grande, porém, o afeto e o carinho são muito maiores. 

Vários fatos aconteceram na finalização de cada coluna, muitas vezes de última hora, com uma mudança de foto, uma alteração de texto aqui e ali, deixando o diagramador um pouco louco, tudo sempre foi alinhado de forma leve e harmônica. 

Ser colunista do Página 3 e fazer parte dessa família  sempre foi um prazer. Prazer tão bom como de todas as confraternizações organizadas pela Marlise e o Marzinho, regadas a um apetitoso almoço ou jantar, com aquele jeito de “a casa é sua”, sem cerimônias, muitas risadas, revelações de amigo secreto e boas histórias. 

Muitas confraternizações que deixaram saudade. A primeira delas, ainda como interina do jornal, em um final de ano, fui sozinha, meio sem jeito e fui recepcionada de forma calorosa por todos. 

No primeiro amigo secreto que participei, lembro que foi o Waldemar Cezar quem me pegou e, antes de revelar meu nome, dedicou-me algumas palavras de carinho, claro que fiquei emocionada, mas disfarcei bem. 

Em uma das confraternizações de aniversário do jornal, se não estou enganada, em julho de 2008, comemorando 17 anos em um sítio em Taquaras, falei para a Marlise que levaria um bolo de aniversário, mas acho que ela não acreditou muito e levou mais um para garantir. 

Em outra confraternização fui para o balcão do bar fazer caipirinha que, modéstia a parte, ficou deliciosa. 

Sinto falta dessas reuniões e de encontrar tanta gente que quero bem e, tenho certeza, me quer bem também. Acho que quando essa pandemia acabar, teremos um excelente motivo para nos reunir novamente e comemorar a vida, não somente do jornal que faz parte da história da nossa cidade, mas da vida de todos nós.

(Arquivo Pessoal)

Nota da Redação: Fabi Loos é colunista atuante. É artista plástica

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