Dia do Contador de Histórias é neste domingo: “Abre as portas da imaginação, do inconsciente, do subjetivo”

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Neste domingo (20) é celebrado mundialmente o Dia do Contador de Histórias. A data foi criada na Suécia, em 1991, e chegou ao Brasil em 1997.

Potyra é contadora de histórias desde 2001 (foto Arquivo pessoal)

A arte de contar histórias é muito importante principalmente para a primeira infância, construindo estímulos em relação à leitura e ao imaginário. O Página 3 conversou com a artista e contadora de histórias, Potyra Najara, que compartilha a importância da profissão.

Potyra explica que como atriz e escritora sempre foi uma contadora de histórias, desde 1999, quando começou a trabalhar com o mundo das artes.

“O que mais me encantava era poder apresentar mundos novos para as pessoas que estavam me assistindo, a partir do teatro ou da dramaturgia, dos espetáculos; aí comecei também a escrever, publicar livros e desde sempre, paralelo a esse meu trabalho com o circo eu já vinha trabalhando com a contação de histórias, mas de uma maneira um pouco mais sutil”, relembra.

Ela conta que algo ‘muito legal’ que surgiu nesta trajetória foi poder escrever seus próprios contos e compartilhá-los nas contações de histórias.

“E eu tenho uma imensa alegria em poder conhecer histórias de outras autoras e autores e poder compartilhar com as pessoas. Eu gosto de trabalhar com o público de idades variadas, tanto crianças, adolescentes e até adultos, idosos, porque a forma com que as histórias alcançam as pessoas é diferente de pessoa para pessoa. Cada história, cada novo universo que a gente apresenta, vai de encontro com o universo e a cultura daquele ouvinte”.

Potyra diz que a contação de histórias ‘abre um novo mundo’ para o público e por isso fica muito feliz por poder vivenciar a profissão, trazendo ‘boas novas e possibilidades’ para o público em cada apresentação.

“É a oportunidade de ampliar um novo olhar para o mundo, porque além da história em si, do roteiro, da sequência, ela abre as portas da imaginação, do inconsciente, do subjetivo, de novas possibilidades, então eu acho que é um lugar onde a gente ocupa que é um pouco surreal também, que ultrapassa o olhar da realidade, do cotidiano, para o dia a dia, e vai para um lugar além, que gera qualidade de vida, que ajuda as pessoas a compreenderem melhor sua existência, emoções e relações. É mais do que apenas uma história e sim são novos mundos se abrindo, se conectando e sendo compartilhados”, finaliza.

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