Inclusão Social faz mutirão ‘Não dê esmola, dê oportunidades’ em lojas e condomínios de Balneário Camboriú

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A prefeitura, através da Secretaria da Inclusão Social começou há 10 dias um mutirão no comércio, prédios e condomínios da cidade, para orientar sobre o propósito da campanha ‘Não dê esmola, dê oportunidades’ em andamento desde o início da gestão Fabrício Oliveira. 

Basicamente, o objetivo é explicar que dar esmola não vai ajudar a pessoa em vulnerabilidade. Ela precisa ser encaminhada para assistência e a prefeitura oferece essa oportunidade.

Desde o começo do mutirão, no primeiro dia deste mês, as equipes da Abordagem Social atenderam 150 comércios e 80 condomínios levando informação sobre o assunto e como estas pessoas podem ser auxiliadas.

A secretária da pasta, Christina Barichello disse que este mutirão é mais uma tentativa de amenizar o problema que aumentou demais com a pandemia.

“Muitas destas pessoas nem tem o perfil de morador de rua e nunca tinham vindo a Balneário Camboriú, agora estão vindo, principalmente do Rio Grande do Sul. O facilitador destas pessoas permanecerem nas ruas é a própria sociedade, a pessoa fica com dó, eles conseguem dinheiro e compram drogas e esse não é o caminho”, enfatizou Christina. 

Em dezembro e janeiro a secretaria fez o censo dos moradores de rua que demonstrou a necessidade de mais uma intervenção.

“Chegamos a conclusão que está faltando uma conscientização maior da sociedade, além das campanhas, placas, folderes que já fazemos, decidimos o mutirão.  Não adianta só a prefeitura fazer ações para ajudar, encaminhar eles, porque a sociedade continua sendo o facilitador. 

Tem pessoas, conforme a sinaleira que ficam, chegam a faturar R$ 200, R$ 300 por dia. É muito mais do que qualquer trabalhador ganha”, afirmou.

Segundo Christina, é muito importante que todos entendam que dar esmola só mantém o tráfico, mantém essa vida que eles levam e viver nas ruas não é projeto de vida para ninguém. 

“Acreditamos que só assim, com esse entendimento e com as ações socioassistenciais da prefeitura, Casa de Passagem, Abrigo Emergencial, Resgate, Abordagem Social, temos 100 vagas em clínicas para internações e o custo é alto para o municipio, podemos melhorar essa situação. O intuito é conversar com síndicos, comerciantes e com a população para ver se eles têm esse entendimento e assim possamos juntos amenizar esse problema”, reforçou a secretária.

Plantão do Resgate Social: (47) 98839-7075 

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