Primeira edição do ‘Ação Por Elas’ será neste sábado

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O programa ‘Ação Por Elas’, organizado pela Procuradoria Especial da Mulher, terá a sua primeira edição neste sábado (7), véspera do Dia das Mães, das 9h às 13h, no Centro Comunitário do Bairro da Barra, na Rua Manoel Athanázio Corrêa, nº 2-310. 

O Ação Por Elas nasceu com o objetivo de ser um encontro nos bairros da cidade a cada três meses, sempre aos sábados pela manhã, para reforçar a importância da sociedade no combate à violência doméstica.

A Procuradora da Mulher e vereadora, Juliana Pavan, foi a idealizadora do ‘Ação’, que foi lançado em março (relembre aqui). 

“As expectativas são as melhores possíveis. Muitas pessoas estão engajadas, incluindo as Associações de Moradores dos bairros Barra, Nova Esperança e Praias Agrestes, que realmente abraçaram a causa. Queremos atender toda a região sul, como ainda São Judas e Parque Jardim Bandeirantes”, diz.

O objetivo é unir em um só lugar os grupos que atendem mulheres e famílias no município. Para isso, irão presencialmente aos bairros da cidade, e desta vez é no Centro Comunitário da Barra. 

“Teremos palestras e atividades voltadas às mulheres e à família nas áreas da saúde física e mental, além de serviços estéticos e sociais. Participará toda a rede de apoio e algumas empresas que estão nos auxiliando, como projeto OAB Por Elas, UniAvan, Delegacia da Mulher, Casa das Anas, Subprefeitura da Barra, Guarda Municipal (com aula de defesa pessoal), Conselho da Mulher, Rede Feminina de Combate ao Câncer, Rede Catarina (Polícia Militar), Fundação Cultural, Secretarias de Saúde e Educação, Abraço à Mulher, Udesc, Credifoz, uma fábrica de roupas da cidade, que também quer apoiar a nossa ação, fazendo sorteios, e a Mega Brinquedos, disponibilizando brinquedos para as crianças”, explica.

A vereadora aponta que a data foi escolhida propositalmente – véspera do Dia das Mães, exatamente para trazer a importância que a mulher tem na sociedade. 

“Quando falamos delas, falamos de gerar vida; e mesmo sem gerar, abraçam e cuidam das pessoas, como é o caso das mulheres que têm filhos adotivos, por exemplo. E ainda assim são abandonadas pelos parceiros ou filhos e sofrem. Além da violência física, muitas vezes enfrentamos a violência psicológica, as dificuldades como não conseguir vaga em creche para o filho, uma consulta no posto de saúde… tudo isso também é violência”, acrescenta, citando que por isso ‘nada mais justo’ do que fazer o Ação Por Elas e colocar à disposição da comunidade os serviços sociais. 

“Para que se sintam confortáveis, recebendo carinho e atenção, para que socializem, ainda mais em uma data tão importante como o Dia das Mães”, finaliza.

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