Reajuste para os professores de Balneário Camboriú encurrala a gestão Fabrício contra a Lei de Responsabilidade Fiscal

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O reajuste salarial de 33,24% aos professores, fixado pelo governo federal no âmbito do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica, e os 27,74% previstos no Plano de Carreira do município, encurralaram o governo Fabrício Oliveira diante das perspectivas de greve ou estouro dos limites impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

O Plano de Carreira dos professores é uma bomba-relógio que acabou explodindo, acumulando variações do piso salarial para todas os níveis com triênios e recomposição, numa velocidade de crescimento incompatível com as receitas geradas pela cidade.

A proposta da administração Fabrício aos professores é reajuste de 33,24% ao primeiro nível (P1), o que tem salários mais baixos e menor quantidade de beneficiados, e 10,74% a todos os demais.

A proposta será objeto de assembleia no sindicato dos servidores, provavelmente ainda nesta semana.

Se aplicados todos os reajustes que os professores têm direito, a despesa com pessoal na prefeitura de Balneário Camboriú romperia o teto constitucional dos 54%, chegando a 59% e colocando o prefeito no centro dos holofotes negativos para alguém que teve o nome lançado pré-candidato ao governo do Estado.

Desrespeitar a Lei de Responsabilidade Fiscal impõe diversos remédios ao município e todos eles são amargos, causando prejuízos à cidade de maneira geral.

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