Divulgação/PMBC Divulgação/PMBC
Divulgação/PMBC

CEM Iate Clube conquistou o primeiro e segundo lugar na Gincana de Tampinhas em Balneário Camboriú

Uma mobilização de mais de 1,3 mil estudantes da rede municipal de Balneário Camboriú reuniu 1.267,57 quilos de tampinhas plásticas entre junho e agosto deste ano. Agora, o material arrecadado na Gincana de Tampinhas será comercializado com o apoio do núcleo de cooperativas da Associação Empresarial de Balneário Camboriú (Acibalc).

O dinheiro obtido será destinado às associações de pais e professores (APPs) dos centros educacionais.

A ação envolveu alunos do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental e incentivou a comunidade escolar a discutir o descarte correto de resíduos plásticos. A proposta foi aliar a educação ambiental a uma arrecadação com retorno para as escolas.

Os estudantes vencedores foram premiados na segunda-feira (14), no Parque Natural Municipal Raimundo Gonçalez Malta.

A turma 201 do Centro Educacional Municipal (CEM) Iate Clube conquistou o primeiro lugar, seguida pela turma 501 da mesma escola.

A terceira colocação ficou com a turma 403 do CEM Vereador Santa.

Entre os prêmios estavam ingressos para atrativos turísticos da cidade e R$ 1 mil para a Associação de Pais e Professores do CEM Iate Clube.

Em sua segunda edição, a gincana foi organizada pelas secretarias de Meio Ambiente e Sustentabilidade e de Educação, com apoio do núcleo de cooperativas da Acibalc.

A iniciativa integrou a campanha Junho Verde, alusiva ao Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho.

Para o secretário de Meio Ambiente, Nelson Oliveira, o principal resultado foi o envolvimento de escolas, famílias, cooperativas e comunidade em torno da causa ambiental. Segundo Nelson, a proposta é usar a mobilização em torno das tampinhas para ensinar sobre destinação correta de resíduos e logística reversa, aproximando as crianças do processo de retorno dos materiais à cadeia produtiva. O secretário defende que a responsabilidade ambiental seja compartilhada com as famílias, a partir de hábitos como separar os resíduos dentro de casa. Na avaliação dele, a mudança depende de um trabalho permanente de educação, com resultados construídos ao longo dos anos.

A expectativa da secretaria é que a experiência nas escolas incentive práticas de reciclagem também fora da sala de aula e contribua para a formação de cidadãos mais atentos ao impacto do descarte.

“A frente de sustentabilidade é o nosso foco, com esse projeto estamos fazendo jus ao trabalho efetivo da Secretaria do Meio Ambiente, com trabalho de educação ambiental, falando da logística reversa, para que crianças entendam o processo e por isso estamos fomentando com essa gincana, compartilhando a responsabilidade com o meio ambiente, que é de todos. Por isso, esperamos ter o exercício da cidadania e da educação maior nas próximas décadas. Não é algo automático, mas o município busca fazer sua parte, para ser um modelo de sustentabilidade”, disse.